Meu querido, sinto um aperto no peito quando percebo que estás triste ou irritado.
Sem saber exatamente o que fazer, procuro, muitas vezes sem êxito, encontrar meios de ajudá-lo a sentir-se melhor e a superar a tão sombria fase...
Na verdade, a condição de coadjuvante coloca-me num plano periférico de quase sem voz...,
mas, talvez devesse ter sido mais enfática, e até antipática..., enfim, insistir para que as suas ordens fossem devidamente observadas por aqueles que lhe auxiliam.
Tantas vezes falei, porém percebia que nunca era ouvida...Estavam sempre repetindo o mesmo erro...
Fatalmente a situação iria caminhar para um desfecho como o ocorrido.
No dia seguinte, quando me falaram do acontecido, esclareci àqueles que pareciam estar lhe condenando, injustamente, o outro lado da história.
Deus há de lhe ajudar, meu querido!
E espero, espero em Deus, voltar a vê-lo feliz o mais rápido possível e ajudá-lo no restabelecimento do equilíbrio necessário para a dedicação e o entusiamo com os quais vem desenvolvendo o seu nobre trabalho em busca de um mundo melhor para todos.

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